Neste domingo de setembro, neste cantinho a beira mar plantado a lua
esmerou-se e foi generosa, e lá do alto da sua janela de certeza que disse: olhem todos para mim. ...eu já olhei e voçe?
Hoje fui despedir me de ti, com tudo o que tinha direito e de mais não preciso. Este sábado o último do verão, deu-nos um dia lindo de sol, luz e cor . Será para deixares saudades mesmo aqueles que por ti não morrem de amores? Mesmo nesse caso não ligues, porque continuas a ser a mais graciosa das estações. Eu própria sendo tua fã incondicional nem as rugas e manchas que em mim tens feito causa efeito. Nao me desarmas! OBRIGADA VERÃO e ate ao teu regresso.
Sendo eu, uma caçadora de boas obras literárias descobri numa breve pesquisa uma fabulosa obra cuja origem é de escritora para mim desconhecida.
Livro muito rico, não só pela sua forma gramatical mas porque através da leitura deste romance tocante, pode-se dizer que a escritora está de parabéns pela abordagem de uma tema infelizmente.... com algum tabus para a sociedade.
No domingo, fim tarde de um dia ainda de calor em salutar conversa com o Sr. Luís, em resposta ao seu delicado assunto comentei uma frase simples, como tantas outras que disse, pensava eu. Porém quando terminou o agradável diálogo e pausadamente olhou para mim comentou: nunca mais me vou esquecer dessa frase, fica para a vida...
Venho novamente falar de coroas imperiais. Desta vez a razão não têm o significado da anterior, mas na minha modéstia forma de vida o fato de as colher do meu próprio jardim ao nascer do dia, fez com que o meu dia ficasse cheio de luz.