Foi assim, numa conversa de rua este fim de semana que me certifiquei mais uma vez da supresa que cada um dos humanos transporta consigo.
As pessoas desiludem-nos, supreendem-nos, e depois também nos tocam com situações de vida tão próximas das nossas vidas. E assim vai acontecendo na rua, no café, todos iguais todos diferentes. Foi deste modo que descobri alguém que tal como eu, trás consigo um apontamento escrito dos seus dias, e cujo nome do pequeno livro, se chama: Os nossos dias. Não li como é óbvio, vi a capa e sei que foi escrito por um medico do Porto.
Foram quinze minutos de conversa de rua, marcantes. Portanto acho que andamo, se calhar todos a olhar e a nada ver. Será?
Fiquem felizes.
As pessoas desiludem-nos, supreendem-nos, e depois também nos tocam com situações de vida tão próximas das nossas vidas. E assim vai acontecendo na rua, no café, todos iguais todos diferentes. Foi deste modo que descobri alguém que tal como eu, trás consigo um apontamento escrito dos seus dias, e cujo nome do pequeno livro, se chama: Os nossos dias. Não li como é óbvio, vi a capa e sei que foi escrito por um medico do Porto.
Foram quinze minutos de conversa de rua, marcantes. Portanto acho que andamo, se calhar todos a olhar e a nada ver. Será?
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